SUPER Textos

facil, dificil...

Dificuldade consiste em algo difícil... SIM!!!

Facilidade consiste em algo fácil... SIM!!!

Pois bem, vamos lá. Dificilmente algo fácil torna-se difícil assim, nada difícil torna se FÁCIL!

Exemplos:

É fácil terminar um namoro acabado e difícil terminar algo não começado.

É fácil amar os seus e difícil amar aos outros.

Aplicamos então... Nunca será difícil terminar algo acabado, da mesma forma que nunca será fácil terminar uma coisa no seu auge!

Nunca será difícil amarmos aos nossos, consequentemente, como será fácil amarmos aos outros?

Pois bem, o fácil mantém se fácil e o difícil permanece difícil.

O tempo.

...

Sim, realmente esse (...) faz com que o fácil torne-se cada vez mais fácil... e esquecido!!! E o difícil, massacre enquanto a sua durabilidade for maior ou igual a nossa vontade de esquecer.

Um homem!

Onde podemos ver a hombridade?

Será que isso seria real?

Onde estão os valores dos homens?

Nada mais tem um sentido existente real?

Nada mais parece ter jeito.. As coisas têm tomado rumos obscuros, os homens deixaram de ser homens, as mulheres perdem a cada dia sua delicadeza, seu toque único e se aprisionam a dogmas falsos!

A realidade torna-se cada dia mais bruta.. Os papéis estão invertidos assim como conceitos, valores, moral, ordem... Ahhh!! Tudo está fora de seu lugar de origem..

E a origem...

As coisas tem se originado diferentemente de sua normalidade. Hoje as pessoas trocam o conhecimento por futilidades, trocam o velho e bom “olá” por um enigmático e difícil processo de “quer tc?”. E por ai as coisas têm caminhado numa contra mão ao ideal, ao real.

Sensitivamente as pessoas têm se envolvido com outras, carnalmente as tem invadido. Sim, podem me chamar do que quiser e ainda assim defender sua tese. E direi: CARÊNCIA.. É pode ser... E sua causa? Valores? Há quanto tempo não os vejo.

Contar lhe eis um breve caso de observação pessoal...

Manhã nublada de sexta-feira, a vontade de permanecer inerte em baixo das cobertas toma conta de meu ser de tal modo que, o despertar bruscamente causado por um toque de MP3 de um celular simples vendido no mercado instantaneamente, causa-me a sensação de desânimo. Enrolo por mais 10 minutos e enfim, venho à vida. Vida essa real e conturbada como da maioria doa brasileiros trabalhadores. Levanto-me e vou à cozinha, tomo um belo café tipo americano, banho e rua!!! Choque de sensações! Sim, o segundo identificado desde meu nascimento. Pode-se comparar literalmente a saída do útero materno; do quente ao frio; do seguro ao inseguro em questão de milésimos... Ahhhh como eu queria voltar! Sim, as cobertas. Tá, e também ao útero! Contudo essa vontade já foi sentida por mim e milhares de mim, e mesmo com toda essa galera e toda essa força reunida, nada foi mudado. Resolvi então aceitar minha condição e mais uma vez, encarar o externo.

Choque visual, choque auditivo, choque sensitivo... São choques e mais choques...

Olá! Bom dia, digo ao seu JUAREZ... E um bom dia totalmente contrariado e arrastado é s-o-l-e-t-r-a-d-o a mim seguido de um aviso. Nossa, guarda chuva? E tenho? Não, ok! Obrigado..

Chove lá fora e aqui, faz tanto frio

Me dá vontade de saber

Aonde está você

Me telefona

Me chama, me chama, me chama

Nem sempre se vê

Lágrimas no escuro, lágrimas no escuro

Lágrimas, cadê você

Tá tudo cinza sem você

Tá tão vazio

E a noite fica sem porque

Aonde está você, me telefona

Me chama, me chama, me chama

Nem sempre se vê

Mágicas no absurdo, mágicas no absurdo”

Chuva... Bom e ruim, como pode?

Ruim... Sempre começamos com o ruim, porque o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã! Molha, engarrafa, estressa, inebria, alaga, destrói, desmorona...

Bom, infinitamente bom... Sensitivamente a gota caída do céu é uma dádiva, além de limpar e refrescar absurdamente nosso ser.

Rumo ao trabalho. Mais um dia de transporte coletivo lotado e extremamente entupido, apertado, quente, abafado. Deparo-me com um simpático condutor que se dirigi a mim com termos de uma educação francesa... “BORA PORRA!!” Ok! Bom dia para o senhor também... Ao longo trajeto até a roleta, entre 15.782 licenças daqui licenças de lá, uma leve pisada no pé de uma bela jovem, aproximadamente aos 27 anos, negra de grandes olhos. Com um forte e marcante sorriso me sugere um “segure aqui” depois de um breve “que isso, nessa situação está perdoado”.

Pois bem, me ponho ao lado daquela simpática e agradável jovem, que teima em sorrir para muitos dos quais ainda assim ignoram e rejeitam seu belo sorriso matinal. Agradeço a gentileza e sigo a diante, preciso ficar confortável e percebo que no fim de sua longa extensão há um vácuo, vão ou qualquer coisa do tipo denominada como espaço físico e dificilmente perceptivo... Ao chegar ao meu destino, um pouco mais confortável, me deparo com duas visões que fazem meu dia caminhar. Um lindo bebe, sentado no colo da sua mãe que ao perceber minha curiosidade para com ele, esconde-se atrás de suas minúsculas e deliciosas mãos, as quais eu morderia facilmente e, com um encantador sorriso, beija meu coração. Ao menor descuido me pego bestificado sendo admirado por alguns com um sorriso abestalhado no rosto, além de caras e bocas feitas em agradecimento ao beijo. E me contenho! Em seguida fugindo um pouco o olhar a bela criatura, e não me esquecendo da bela jovem, vejo uma luz!

Levanta-se a pessoa da minha frente e penso! Um lugar! Uma longa e extensa comemoração dentro de mim acontece naquele instante... Antes de me sentar, observo uma senhora, não tão senhora assim, pode-se dizer que teria seus aproximados 53 anos, super inteira, bem vestida, uma dama e como manda o figurino! Ofereci a ela sentar-se. Agradecida, ofereceu seu colo para comportar minha mala. Bem, agora estava melhor do que poderia imaginar, vendo pelo lado de que a 20 minutos atrás eu sofrera o martírio da roleta. Eis que reparo um ser de aproximadamente 25 anos com um jaleco de colégio e uma cara de que, faço isso por ser cara de pau a ponto de não me envergonhar de fingir uma situação ridícula, onde expõe se ao ridículo de uma forma baixa. Falando aos berros no seu celular que antes de ser iniciada a conversa, foi ecoado por todo ônibus alguma coisa parecido com uma poluição sonora de baixíssima qualidade, ( seu toque ) e então surge o dialogo totalmente desprezível, cujo será citado pelo simples fato de que imagino que a curiosidade nos tendencione a querermos saber... Enfim...

Cidadão de jaleco:

- Fala meu play

Pessoa desconhecida:

– ...

Cidadão de jaleco:

- Porra irmão, peguei meRMO, ela queria.

Pessoa desconhecida:

- ... (supostamente)

Cidadão de jaleco:

Já é, tranquilão irmão, já é.. é nóis, me liga mano.

Encerra-se isso que não podemos chamar de dialogo.

Eis que surge um novo lugar e o estrupício senta e ignora um senhor de seus 59 anos com duas bolsas de mercado pesadas. Penso em minha cabeça, “o que fazer? Socar a cabeça dele ou simplesmente lamentar pela falta de consciência?”. Claro e óbvio que a segunda opção é certa. Até pelo fato de não igualar-me nunca.

E mais uma jornada e concluída.

Então volto à facilidade e a dificuldade. E te digo mais uma vez, o fácil torna-se cada vez mais fácil e o difícil, cada vez mais difícil.

O tempo...

É a solução e a destruição das coisas.

Serve como resposta e também como pergunta.

É o tempo e simplesmente o tempo temporal, o tempo externo, o tempo mutável, o tempo paradoxal, o tempo ontem, o tempo TEMPO.

Tempo de viver, de crescer, de nascer, e assim aprender. Sim, aprender com o tempo que tempo e tempestade que passa, é vendaval e calmaria, e sossego, e amor, e paixão, e carinho, e desejo, e saudades, e tempo, e tudo no seu tempo.

2008-03-12 Interessantes Zargh Wolthdesh Kubim
4 comentários 1763 visualizações 7.17 (com 12 votos)
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Comentários

Lindo! Voltou? Queria te perguntar uma coisa. Gabriela SOCOSTINIC inspiradim Kubim? hhaa, bela jornada? e futebol rola?
sumidão vai estourar seu gordo bebim!
haha
abração
kubim..
Marley.. Daniel Muniz
... Erica Muniz Não sei como funciona seu senso organizacional, mas, repetirei em todos os seus textos a mesma pergunta, espero uma resposta.

Porque torna o ser desejavel, a amar? Inha
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