SHEILA SE ENTREGA NO UMBRAL DO AMANHECER
SHEILA SE ENTREGA NO UMBRAL DO AMANHECER
Por Carlos Higgie
Sheila cavalgou devagar e mais rápido depois, procurando o prazer e esquecendo de tudo. Queria gozar mais uma vez, desfrutar daquela pequena tora que invadia seu sexo preenchendo-a totalmente. Norma era uma mulher feliz, podia dispor daquele membro todas as noites! Cavalgou até que não resistiu e deixou o orgasmo crescer do fundo das suas entranhas. Gozou mordendo um ombro de Marcelo que tentava fugir de sus dentes afiados. Ficou deitada sobre ele, cravada e feliz. Adormeceu e o homem, cansado, também deixou-se envolver pelas brumas do sono.
Quando acordou, Sheila dormia encostada nele, de lado, o bumbum encostado no seu púbis. Mexeu-se devagar, passando o membro adormecido entre as pernas da garota. Ela se remexeu, empinou um pouco o bumbum, resmungou alguma coisa e se encostou mais nele. Brincando naquela área preciosa, Marcelo ficou pronto para outra batalha. Movimentando-se devagar, pois não queria que ela acordasse, depositou saliva na palma da mão e passou no membro, repetindo a operação várias vezes, até achar que estava pronto para sua nova tentativa.
Encostou-se nela, separando um pouco as nádegas e começou a mexer-se devagar. Pouco a pouco encontrou o caminho das pedras, invadindo a vulva e molhando mais o seu instrumento. Entrou e saiu devagar, arrancando uns gemidos apagados da garota que, ao mesmo tempo, abria-se e se encostava mais nele.
Sheila estava navegando por outros mundos quando Marcelo começou a brincadeira. Vagamente tinha a noção de que ele estava penetrando-a . Era algo gostoso e suave, um estimulo físico que se misturava com os sonhos brumosos. De repente algo começou a mudar: o sexo do homem resvalou e procurou o caminho mais apertado. Ela sentiu uma ponta de dor e tentou acordar. Uma pressão diferente e perturbadora nascia de alguma parte do seu corpo. Quando Marcelo, decidido, avançou pelo apertado canal, ela acordou de vez, tomando clara consciência do que estava acontecendo: o safado estava em pleno ato de sodomia!
___ Isso não, Marcelo – tentou ser enérgica.
Tarde demais, o homem já dominava totalmente a situação, segurando-a firme e já quase totalmente deitado sobre ela. Aquele negócio enorme entrava, entrava e não parava de entrar.
___ Vai me arrebentar! – reclamou, já rendendo-se ao inevitável.
Em outras ocasiões, poucas e especiais, já tinha praticado o sexo anal, com seu namorado e com um amante muito especial. Mas naquele amanhecer, não estava preparada para receber aquele homem de maneira tão apertada e íntima.
___ Vou botar só um pouquinho, bem devagar – sussurrou ele no ouvido da garota.
Ela sabia que não era verdade, mas resignou-se e devagar foi acomodando-se, separando um pouco mais as pernas, ficando de bruços, empinando mais o bumbum, segurando firme o lençol e desejando que não doesse tanto, só o suficiente para mexer com sua luxuria.
Marcelo percebeu que ela estava disposta a receber seu instrumento naquele apertado buraquinho e sentiu que suas veias se inchavam de tanto desejo. Mexendo com cuidado, colocando um pouco e tirando, foi fazendo mais agradável e menos dolorosa a penetração. Parou um pouco, buscando um ponto de apoio na cama.
___ Entrou ... tu...do? – tartamudeou ela.
___ Quase – mentiu o homem, ciente de que tinha avançado pouco, mas de que já estava cravado e firme e não desistiria por nada do mundo.
___ Mexe bem devagar – pediu ela, começando a desfrutar da brincadeira.
___ Assim? – murmurou ele, tirando um pouco e metendo de novo.
___ Devagar... devagar – gemeu Sheila, tentando relaxar a musculatura para facilitar a penetração -. Assim, meu amor... Vai... devagar!
Marcelo, já ajoelhado no meio das pernas femininas, separou as nádegas, procurando espaço para avançar. Desde daquela posição privilegiada ele percebeu que não tinha entrado nem a metade e, se não fosse esperto e decidido, corria o risco de que ela fugisse da raia. Molhou dois dedos na boca e passou na parte que ainda estava de fora, lamentou não ter pensando em algum creme, antes de atracar-se na garota. Com toda a paciência do mundo avançou um pouco mais, retirou-se e voltou a penetrar, avançando pelo estreito canal.
___ Pára, não força! – levantou a voz a garota, sentindo que aquele troço estava rasgando-a.
Marcelo, tomando-a pela cintura, fez com que ela levantasse um pouco mais o corpo, aproveitando para enfiar um pouco mais.
___ Não dá! Não dá! – repetiu ela, tentando fugir da pressão.
Ele não deixou, jogou o peso do seu corpo sobre ela, cuidando para que o membro no escapasse do ânus. Ela gemeu mais forte percebendo que nada a salvaria do desejo do homem. Então foi uma sucessão movimentos mais ou menos controlados por ele. Marcelo começou a meter e tirar aumentando a velocidade. Ela tentava fugir para o lado, mordendo o lençol e xingando. Nessa breve e intensa luta o membro acabou entrando até o fundo e alojando-se tranqüilamente, alargando-a e tomando conta de todo o espaço disponível.
___ Agora, sim! – falou ele, a voz sufocada pelo esforço.
Sheila não falou nada, não reclamou, ficou gemendo baixinho, cravando as unhas no colchão, tentando desfrutar daquela sensação diferente que sempre tomava conta dela, cada vez que fazia sexo anal. Uma parte dela negava-se, retraí-se; a outra se abria cada vez mais, desejava intensamente aquela penetração com tintes de violência, com traços de brutalidade.
___ Vou te enrabar todos os dias! – prognosticou Marcelo, sabendo que não a teria todos os dias.
___ Vai não... – gemeu ela, levando as nádegas só para provocar.
___ Você vai gostar de dar seu rabinho para mim! – anunciou Marcelo.
___ É você, cafajeste, que gosta disso! – reclamou ela.
___ Abre bem esse rabinho que eu vou gozar! – gemeu o homem.
___ Goza, amor, goza de uma vez! – suplicou ela, sentindo que um novo orgasmo, provocado pelos dedos do homem no seu clitóris, começa a vibrar no seu corpo jovem.
___ Vou te encher de porra! – disse Marcelo, aumentando o ritmo e a força da penetração.
Sheila naufragou num oceano com ondas de prazer, uma pequena dor, sentimentos desencontrados, vozes que se misturavam, enquanto sentia o falo rasgando seu ânus, socando, cravando-se fundo, arrancando todas as sensações possíveis do seu corpo.
Marcelo gozou apoiando-se na cabeceira da cama, socando firme naquele bumbum empinado e aberto, metendo com tanta força que em cada arremetida fazia a garota bater a cabeça contra a cabeceira. Era a loucura total. Nunca, em sua agitada vida, tinha gozado com tanta intensidade nem com tanto prazer.
Caíram cada um para um lado da cama, ele exausto e feliz, ela choramingando e satisfeita: também tinha alcançado o ápice do prazer. Só naquele momento escutaram o som insistente da campainha.
Marcelo pulou da cama, atordoado, procurando algo para vestir, ele tinha certeza que era Norma, sua mulher!
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