Recordações
Embotadas!Esquálidas!
Emboloradas e Escurecidas,
Rasgando-se nos vincos.
Sob tristes olhos... Doces!
Porém mortas palavras,
Agora sem sentido...
Meras migalhas!
Do amor que não vingou...
Recordações!
Portas abertas ao passado...
Insípido momento,
Em que sonho e realidade,
Coexistem!
Pondo em xeque a sanidade.
Tornando dúbios os passos.
Insertos os caminhos.
Para o triste aventureiro,
Que agora segue sozinho.
Frágil!
Subtraído de parte de si.
Com seu ego ferido.
Orgulho abalado... Inseguro,
Arrasta-se rumo ao futuro.
Determinado a viver apenas o dia,
Imune às coisas do coração.
Feitiços malignos...
Que só lhe causaram dor.
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