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Quando eu morrer

Quando eu morrer, não quero que chores.

Quero sempre que estejas pensando em mim

Com muita alegria e aquela paz interior

De quando te conheci e por ti me apaixonei

Somos duas almas que se encontraram certo dia

Em meio à turbulência de nossas vidas

E um, apoiado ao outro, sua vida refez

Unindo-as numa só com a força do nosso amor.

Dias e noites de amor intenso nós vivemos

Como se cada um deles fosse o primeiro

e também o último a desfrutarmos, talvez adivinhando

que o destino uma peça iria nos pregar.

E assim foi que aconteceu em nossas vidas...

O destino se nos apresentou de forma trágica

presenteando-nos com um drama para ser vivido

e não apenas representado por atores em um palco.

Só que as peças interpretadas no palco

Têm, num só dia, começo, meio e fim,

Mas nossa peça perdura até hoje,

Como se fora nós que ao destino uma peça pregasse.

Porque, se o destino quis nos separar

Pensando sermos fracos em nosso amor vivido,

Pensou mal, muito mal, porque um amor verdadeiro

Supera qualquer peça que o destino a ele impõe

Renée Ribeiro de Almeida

2007-08-28 Poemas e poesias Renée Ribeiro de Almeida Renée Ribeiro de Almeida
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