Prisioneiro do cantar
Oh... pobre ave!
Enclausurada por sua graça!
Pelo timbre do seu canto!
Que em profundo desencanto...
Soa notas tristes.
Ofuscando sua beleza!
Cercada de aço frio.
Prisioneira do egoísmo...
Do meu tolo coração!
Que na febre da amargura...
Vê em seu canto salvação!
Te causando essa penúria.
Que nos guarde da loucura!
A pureza de seu cantar...
Ah... Quem dera!
Trouxesse de volta a beleza!
A alegria de Tereza...
Para a mesa do jantar.
Ness’hora de perfeita harmonia!
Como as notas que assovia!
A gaiola eu abriria...
Para livre voares.
-
Deixe seu comentário
-
Pontue este textoQuantas estrelas este texto merece?
-
Envie este texto por e-mail para seus amigos
-
Mande este texto para a impressora
Caso você considere este texto ofensivo,
ou acha que, no mínimo, ele deveria estar na categoria Adulta,
clique aqui para denunciá-lo. Ele será avaliado e, se necessário, corrigido ou apagado.
clique aqui para denunciá-lo. Ele será avaliado e, se necessário, corrigido ou apagado.