Metamorfose
Assim como da lenha queimada
Sai energia em forma de fumaça,
Também minha alma, enfim libertada,
Abandonará esta velha carcaça...
Mergulharei no imenso mar desconhecido
Com a mesma curiosidade e mesmo encanto
Com que aqui nessa terra eu tenho vivido:
Agradecendo as alegrias e também o pranto.
E por saber que a dor muito ensina
Não levarei nenhuma mágoa
Quando me mudar para o andar de cima!
Não lamentarei nada que tenha sofrido
E, como um rio que por fim deságua,
Saberei que minha vida fez sentido!
Mas, antes, quero plantar, junto contigo,
Mais uma árvore, um poema, um amigo!
-
Deixe seu comentário
-
Pontue este textoQuantas estrelas este texto merece?
-
Envie este texto por e-mail para seus amigos
-
Mande este texto para a impressora
Caso você considere este texto ofensivo,
ou acha que, no mínimo, ele deveria estar na categoria Adulta,
clique aqui para denunciá-lo. Ele será avaliado e, se necessário, corrigido ou apagado.
clique aqui para denunciá-lo. Ele será avaliado e, se necessário, corrigido ou apagado.