Libertação
Sempre caminhei pelo meu próprio caminho
Às vezes no escuro, às vezes na luz
Houve momentos de escolhas
E no final da minha vida parei
Diante de uma escada solitária
As arvores indicavam o outono
Outra estação de um tempo indeterminado
O primeiro degrau já era passado
Neste instante pensei
Para onde esta escada me levará?
Um paraíso onde encontrarei a paz
Ou um novo caminho para trilhar?
A cada passo me sentia mais inseguro
De qual seria o fim de uma historia
Com emoções e decepções
Oitenta e seis degraus
Olhei para o começo da escada
Havia apenas riquezas e paixões
Segui adiante numa névoa acolhedora
Nada mais vi
Nada mais senti...
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