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AMOR NA AREIA

AMOR NA AREIA

Que aureola brilhantes e fascinantes nos cerca

Ao som, ao alarido de ventos fortes e destemidos.

De um céu azul anil e celeste, tênue que refresca.

Os nossos corpos unidos freneticamente aos gemidos.

As ondas se agigantam, ouvindo os ofegantes sussurros,

Como se quisessem participar do nosso amor, inebriante;

A areia bate forte em nossos corpos ungidos sem casmurros.

Nossos corpos numa suave melodia a rolar e a deslizar numa cena brilhante.

O oceano já não é mar, as dunas sem areias são desertos cansativos.

Não podemos ficar sem nosso deleite de amor divinal.

A areia permanece em nossas almas e corações enrustidos;

E os ventos nos levam a febre de um amor descomunal.

Nossos olhos abençoam a areia como rubis a flamejar,

A cada amor sentido, a cada gozo a vitalidade nos energiza;

Os anseios por novos abraços fortes, carícias nos levam a flutuar.

Nas glórias, na delicia de um orgasmo que nos levam aos céus com lascívia.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE

2010-01-05 Poemas e poesias Antonio Paiva Rodrigues Antonio Paiva Rodrigues
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