A
A
Antes acordava anestesiado.
Agora ando amanhecendo amedrontado.
Amanhã apresentar-me-ei ao astuto amigo Adriano.
Adriano, altruísta, antes acomoda as arapucas afins.
Assim aniquilava algumas amarguras amarradas.
Amedronto-me ante a amada Amanda.
Andar arrogante amassando amantes amadores. Anônimos.
Antes alarmando alegrias
Admiravelmente apaziguando acareações arrebatadoras.
Agora, anjos afeminados a acariciam.
Arrancam-na abruptamente ante acontecimentos ameaçadores.
Até arrepia!
Acomodei-me aqui.
Americana apareceu-me à alma amorficamente.
Aprendi a amá-la.
Acordo agradecendo a ajuda antecipada.
Adormeço acariciando algumas amadas antigas, antológicas.
Algumas, amiúde, apredejo arduamente.
Amei-as absurdamente.
Abobalhado acordo. Ainda apanho. Até agora.
Acho a armadilha arranjada.
Abundantemente as avisto aos alqueires.
Acreditem, antigamente amava assim, ao acaso.
Arte? Afeição? Amor? Agouro? Armadilha!
Agradeço a acometida assepsia amorosa.
Assim aprendi a apaziguar a ardência,
A altivez assombrosa, a atitude assustadora
Advertida ao amor.
Adorei amar aquela aparição.
Apareço apaziguado, aparentemente amável amigo.
Assim assumo a arapuca amaldiçoada.
Arrumo a ante-sala. Arrepio-me ao avistá-la.
As argumentações afundaram-me até a amada.
Ajeito-me, arrumo-me.
Adormeço.
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Comentários
muito interessante... aliteração pura do começo ao fim...inédito em lingua portuguesa... ricardoclique aqui para denunciá-lo. Ele será avaliado e, se necessário, corrigido ou apagado.